30 junho 2013

Em busca da liberdade





Fonte da imagem: Nat em foco

``Senti como se o peso do mundo estivesse sobre meus ombros
Pressão para quebrar ou recuar em cada vez
Enfrentando o medo da verdade, eu descobri
Sem dizer porquê, tudo isso vai dar certo
Mas eu cheguei muito longe pra voltar agora``






  
A gente se conheceu durante uma cena do filme Django livre. Você se apresentou como uma melodia e isso foi sensacional. Cada detalhe do seu som casava perfeitamente com a emoção transmitida naquelas imagens. Seu nome em português é Liberdade e sua letra é tão bonita quanto o tema em si. Bom, caros leitores, toda essa singela descrição é apenas para falar dar música Freedom, de Anthony Hamilton e Elayna Boynton.

De acordo com a tradução da letra, ela fala sobre ser livre, lutar, sair da prisão e quebrar as correntes que nos impedem de voar pelo mundo. Não é a toa que faz parte da trilha sonora de um filme que fala sobre um escravo negro récem-liberto. No entanto, acho muito restritivo limitar a força da letra dessa música para apenas um tema. E digo isso tendo em vista o poder das palavras para traduzir o sentimento de pessoas que se sentem aprisionadas de diversas formas. Afinal de contas, uma prisão para ser considerada como tal não precisa de grades de ferro. Existem muitas outras formas de se sentir preso dentro de si mesmo. Por exemplo, quantas pessoas por ai não se sentem presas a uma rotina estressante, fazendo algo que realmente vai contra sua própria vontade e natureza pessoal, vivendo tristes e com medo? 


``Eu sei muito bem que isso não vêm fácil
As correntes do mundo parecem estar se apertando
Eu tento andar, mas estou tropeçando de um jeito familiar
Tentando me levantar, mas a dúvida é tão forte
Tem que haver asas em meus ossos ``

Acredito que para uma música ser considerada boa é necessário que ela toque o coração. Claro que todos os outros detalhes também são importantes, mas a letra se tornaria apenas um enfeite se não dialogasse com o sentimento. Por isso, graças a sua capacidade de emocionar as pessoas, ela pode até ficar marcada por se relacionar com um momento especifico e se tornar uma espécie de hino simbólico. Na minha opinião, nesse caso especifico trata-se de uma manifestação de esperança ou então de um grito de liberdade muito especial.





04 junho 2013

A vontade do coração



Escrevo como quem quer abafar um grito
Controlar o caos

Compartilho pedaços de mim em palavras como essas
fossem pequenos sussurros

E elas dizem o que o coração quer: felicidade
Mas uma que só fica completa quando estou com você

Só quero viver ao seu lado
Ser feliz sem interrupções, distâncias, pausas ou virgulas.

22 maio 2013

Um pedaço da história mineira







Hoje em dia a tecnologia torna tudo mais rápido e fácil, principalmente em profissões cuja agilidade é um grande diferencial. No entanto, toda essa facilidade não tira a importância da história que deve sempre ser lembrada. Por esse motivo, é que vale a pena visitar o Memorial da Imprensa de Belo Horizonte, no prédio da Imprensa Oficial de Minas Gerais. Localizado no centro da cidade, o local conta com uma exposição de equipamentos usados na impressão de jornais e revistas de antigamente tais como mimeógrafo, pautadeira de linha, gravador de fita e até mesmo uma máquina de datilografar da marca Remington, de 1935.

Além disso, há também algumas fotos das décadas de 40 e 50 mostrando os funcionários na redação em diversas atividades referentes a produção do material impresso. Em outras palavras, é uma oportunidade de conferir os bastidores de outros tempos do jornalismo, algo que certamente muitos profissionais mais jovens devem conhecer e se aprofundar mais.

Para mais informações:

Avenida Augusto de Lima, 270 
Visitação dos espaços: de segunda a sexta-feira, 
das 9h30 às 17h30 – Entrada franca

Maquina de datilografar

Funcionários na produção de um jornal

Gravador de fita

Impressora

Mimeógrafo

Pautadeira de linha